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Dores de Cabeça e Enxaquecas: Desvendando a Mensagem Oculta em Seus Pensamentos

Hoje exploraremos a profunda conexão entre dores de cabeça e enxaquecas e emoções. Mais do que um incômodo físico, esses sintomas podem ser mensagens importantes que nosso corpo envia sobre como estamos lidando com nossas emoções, pensamentos e crenças.

Dores de cabeça e seus possíveis significados emocionais:

  • Tensão: Estresse, ansiedade, preocupações excessivas e rigidez mental.
  • Enxaqueca: Repressão de emoções como raiva, frustração e ressentimento.
  • Cefaleia crônica: Sensação de estar sobrecarregado, falta de tempo e autocobrança excessiva.

Perguntas para a autorreflexão:

  • Meus desejos e sonhos estão alinhados com as minhas ações?
  • Convivo bem com as minhas sombras, mágoas do passado e o presente?
  • Tento derrubar os obstáculos emocionais sempre de forma racional, ignorando minhas emoções?
  • Sou honesta comigo mesma e com os outros no que se refere aos meus desejos e prazeres sexuais?

A cura através da autoconsciência e do autocuidado:

Ao reconhecer as emoções que podem estar causando as dores de cabeça, você inicia o processo de cura. Meu método Terapêutico coMtato com Corpo Terapeuta te ajudará a:

  • Identificar as raízes emocionais dos seus sintomas.
  • Desenvolver ferramentas para lidar com pensamentos e crenças limitantes.
  • Promover o autocuidado, o relaxamento e a liberação de bloqueios emocionais.

Lembre-se: a mente e o corpo estão interligados. Ao cuidar da sua saúde emocional, você também estará cuidando da sua saúde física.

Agende uma consulta e vamos juntos desvendar a mensagem que suas dores de cabeça estão te enviando.

Com carinho e interligação,

Flávia Tavares

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Problemas Respiratórios: A Voz Silenciosa das Emoções em Suas Vias Aéreas

Hoje exploraremos a profunda conexão entre problemas respiratórios e emoções. As vias aéreas, responsáveis pela troca gasosa vital, também servem como canais de expressão para nossas emoções mais profundas. Quando suprimimos ou ignoramos esses sentimentos, podem surgir diversos problemas respiratórios, como:

Doenças que podem ser sinais de desequilíbrio emocional:

  • Asma: Dificuldade em lidar com emoções como medo, ansiedade e insegurança.
  • Bronquite: Repressão de sentimentos como raiva, frustração e ressentimento.
  • Rinite: Sensibilidade excessiva a críticas e julgamentos, medo de se expor.
  • Pneumonia: Tristeza profunda, desânimo e falta de vitalidade.

Perguntas para a autorreflexão:

  • O que estou evitando dividir com outras pessoas?
  • Escondo minhas mágoas e tristezas, criando um bloqueio em minhas vias aéreas?
  • Com quais questões emocionais tenho medo de entrar em coMtato, bloqueando minha respiração?
  • Como lido com o conflito entre a vontade de liderar e o meu sentimento de inferioridade, o que pode gerar opressão no peito?

A cura através da expressão e do autocuidado:

Ao reconhecer as emoções que podem estar afetando suas vias aéreas, você inicia o processo de cura. O meu método terapêutico coMtato com Corpo Terapeuta te ajudará a:

  • Identificar as raízes emocionais das questões respiratórias.
  • Desenvolver ferramentas para expressar suas emoções de forma saudável e construtiva.
  • Promover o autocuidado, a respiração consciente e a liberação de bloqueios emocionais.

Lembre-se: as vias aéreas são canais de comunicação. Ao dar voz às suas emoções, você libera a respiração e restaura sua saúde física e emocional.

Agende uma consulta e vamos juntos desvendar a linguagem das suas vias aéreas.

Com carinho e comunicação,

Flávia Tavares

Terapeuta Holística

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Doenças Renais: A Mensagem Oculta por Trás dos Rins

Hoje quero explorar a profunda conexão entre doenças renais e emoções. Os rins, órgãos vitais responsáveis por filtrar o sangue e eliminar toxinas, também atuam como filtros emocionais, processando e liberando sentimentos que podem ser prejudiciais à nossa saúde.

 

Quando os rins pedem atenção?

Doenças renais podem ser um sinal de que algo precisa ser revisto em nosso mundo emocional. É fundamental se questionar:

 

Apego ao Passado:

  • O quão apegada estou a questões do passado?
  • Ainda carrego mágoas, ressentimentos e traumas que me impedem de seguir em frente?
  • Tenho dificuldade em perdoar e me libertar de memórias dolorosas?

 

Autossabotagem e Crescimento:

  • Como o medo, insegurança ou crenças limitantes estão interrompendo meu próprio desenvolvimento?
  • Tenho tendência a me autossabotar e estagnar meu crescimento profissional e pessoal?
  • Me coloco em situações que me impedem de alcançar meus objetivos e sonhos?

 

Apego e Controle:

  • Como lido com o apego em relação a pessoas, objetos ou ideias?
  • Tenho dificuldade em compartilhar e delegar responsabilidades?
  • Preciso ter controle absoluto sobre tudo e todos ao meu redor?

 

Fluxo e Liberdade Emocional:

  • Permito que a frustração, o medo e a raiva se acumulem em meu interior, sobrecarregando meus rins?
  • Tenho dificuldade em expressar minhas emoções de forma saudável e construtiva?
  • Reprimo meus sentimentos, criando um ambiente emocional tóxico para meus rins?

A cura através da autoconsciência e do autocuidado:

Ao reconhecer as emoções que podem estar afetando o funcionamento saudável dos seus rins, você inicia a jornada de cura. O meu método terapêutico coMtato com Corpo Terapeuta te ajudará a:

  • Identificar as raízes emocionais das doenças renais.
  • Desenvolver ferramentas para lidar com emoções negativas de forma saudável.
  • Promover o autocuidado e liberar o fluxo energético em sua vida.

 

Lembre-se: os rins são órgãos purificadores e, com o cuidado adequado, podem se recuperar e voltar a funcionar plenamente.

Vamos juntas cuidar da sua saúde física e emocional!

Com carinho e purificação,

Flávia Tavares

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Doenças Hepáticas: A Linguagem Emocional do Fígado

Hoje abordaremos um tema bastante importante: a relação entre doenças hepáticas e emoções. O fígado, órgão vital responsável por diversas funções essenciais, também atua como um filtro, processando e eliminando toxinas do nosso corpo. Mas, assim como um filtro físico, o fígado pode ser sobrecarregado, não apenas por substâncias nocivas, mas também por emoções negativas.

Quando o fígado pede socorro:

As doenças hepáticas podem ser um sinal de que algo precisa ser revisto em nossas emoções e, nesse contexto, é fundamental se questionar:

Discernimento e Limites:

  • Quando não consigo mais discernir entre aquilo que posso suportar e o que atua como um “veneno” para mim?
  • Estou permitindo que pessoas e situações “tóxicas” afetem meu bem-estar?
  • Consigo estabelecer limites saudáveis em meus relacionamentos e dizer “não” quando necessário?

Confiança e Ressentimento:

  • Consigo confiar nas outras pessoas e delegar responsabilidades?
  • Guardo ressentimentos, mágoas, raiva e rancores que intoxicam meu fígado e impedem a cura?
  • Tenho dificuldade em perdoar e me libertar do passado?

Autopunição e Amor-próprio:

  • Que tipo de punições e maus tratos estabeleço para mim mesma?
  • Me culpo excessivamente por erros e falhas?
  • Pratico autocrítica impiedosa e me saboto emocionalmente?

Equilíbrio e Excessos:

  • Ando cometendo excessos em diversas áreas da vida?
  • Abuso de álcool, medicamentos, alimentos gordurosos ou açucarados?
  • Ignoro meus limites físicos e emocionais, buscando constantemente aprovação externa?

A cura através da escuta e do autocuidado:

Ao reconhecer as emoções que podem estar afetando seu fígado, você inicia o processo de cura. O meu método terapêutico coMtato com Corpo Terapeuta te ajudará a:

  • Identificar as raízes emocionais das doenças hepáticas.
  • Desenvolver ferramentas para lidar com emoções negativas de forma saudável.
  • Promover o autocuidado, o amor-próprio e a compaixão por si mesma.

Lembre-se: o fígado é um órgão resiliente e, com o cuidado adequado, pode se recuperar e funcionar plenamente.

Vamos juntos cuidar da sua saúde física e emocional!

 

Com carinho e resiliência,

Flávia Tavares

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Desconfortos estomacais e digestivos – a relação do adoecimento do estômago com suas emoções

Hoje estou aqui para falar sobre um assunto muito importante: a relação entre os desconfortos estomacais e digestivos e as nossas emoções.

Muitas vezes, ignoramos os sinais que nosso corpo envia, focando apenas nos sintomas físicos. Mas a verdade é que os problemas digestivos podem ser uma forma de comunicação, um aviso do nosso corpo de que algo precisa ser transformado em nossas vidas.

 

O que você não está conseguindo mais engolir?

É importante se questionar: o que está me incomodando? Existe alguma situação que me causa estresse, ansiedade ou angústia? Que emoções estou reprimindo?

 

Existe algo que te corrói por dentro?

A mágoa, a raiva, o ressentimento e a culpa podem ser como ácidos que corroem nosso estômago por dentro, causando gastrite, úlceras e outros distúrbios digestivos. É preciso identificar essas emoções e encontrar formas saudáveis de lidar com elas.

 

Está conseguindo digerir suas emoções?

Assim como digerimos os alimentos, precisamos digerir nossas emoções. Isso significa processá-las, absorver o que é importante e eliminar o que não nos serve mais.

 

Você dá espaço para a raiva e a agressividade serem expressas?

Reprimir a raiva e a agressividade pode levar à constipação, um sintoma físico que reflete a dificuldade de eliminar o que é negativo. É importante encontrar formas saudáveis de expressar essas emoções.

 

A cura começa na escuta

Prestar atenção aos sinais do seu corpo e às suas emoções é o primeiro passo para a cura. O meu método de trabalho coMtato com Corpo Terapeuta pode te ajudar a identificar as causas emocionais dos seus problemas digestivos e te fornecer ferramentas para lidar com elas de forma saudável.

 

Conte comigo para te ajudar a encontrar o equilíbrio entre corpo, mente e emoção.

E lembre-se: você não está sozinha! Os distúrbios digestivos são muito comuns, mas podem ser curados com a abordagem correta que atue na causa real deles.

 

Com emoção e digestão,

Flávia Tavares

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Aprimorando a Cura: Minha Jornada na Formação Corpo Terapeuta

A avidez por conhecimento, o desejo de oferecer o melhor nos meus atendimentos terapêuticos e o enriquecimento da minha jornada profissional, me levou a mergulhar na Formação Corpo Terapeuta, idealizada pelo renomado Victor Moreira (@victormoreira.corpo).

A formação Corpo Terapeuta vai além de um curso tradicional, proporcionando uma imersão profunda em um método holístico que integra corpo, mente e emoção. A metodologia permite identificar e trabalhar com as raízes emocionais das dores e bloqueios físicos, através de mobilizações e movimentos terapêuticos, promovendo cura e bem-estar de forma completa.

Sempre buscando me aprimorar para oferecer um atendimento ainda mais personalizado e eficaz, encontrei na formação Corpo Terapeuta o complemento perfeito para meu Método coMtato, que tem como foco uma visão integral do corpo e do ser humano, ampliando ainda mais as possibilidades de promover verdadeiras transformações de vida.

Benefícios Transformadores:

A formação me proporcionou uma série de benefícios, como:

  • Visão holística aprimorada: A compreensão profunda da interconexão entre corpo, mente e emoção me permite oferecer um atendimento mais completo e personalizado.
  • Expansão do repertório terapêutico: mais uma ferramenta e recurso que potencializa o processo de autoconhecimento e de cura, a partir do coMtato com o próprio corpo.
  • Autoconhecimento empoderador: A jornada de autoexploração proporcionou um crescimento pessoal significativo, me tornando ainda mais preparada para auxiliar as jornadas de cura nas quais me envolvo.

Impacto Positivo no Trabalho:

A formação Corpo Terapeuta elevou meu trabalho a outro patamar me permitindo de maneira, ainda mais precisa:

  • Identificar as raízes emocionais das dores e bloqueios físicos: Isso permite um tratamento mais direcionado e eficaz.
  • Oferecer um atendimento ainda mais personalizado e completo: Cada cliente recebe o cuidado individualizado que necessita.
  • Acompanhar o ganho de autonomia do paciente: A expertise adquirida na formação garante um suporte sólido durante o processo de cura e o ganho de autonomia.

Junte-se a mim e a diversas outras mulheres que já experimentaram o poder transformador dessa abordagem holística.

Com corpo e escuta,

Flávia Tavares

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Reclamação, acabe com ela antes que ela acabe com você!

Olá, pessoal!

Hoje quero abordar um tema bastante relevante e que influencia diretamente na qualidade da saúde mental: a reclamação. A mania de reclamar de tudo e de todos pode se tornar um hábito tóxico que mina nosso bem-estar e nos impede de viver uma vida plena.

Reclamar: um hábito que corrói a felicidade

A reclamação constante nos torna uma pessoa pesada, amarga e ranzinza. Criamos uma atmosfera negativa no nosso entorno. onde o pessimismo e a frustração imperam e as pessoas tendem a se afastar.

Efeitos nocivos:

  • Aumento do estresse e da ansiedade: A negatividade da reclamação gera uma espiral descendente de emoções negativas, baixando a vibração energética e elevando o nível de estresse e de ansiedade.
  • Prejuízo à saúde física: O estresse crônico, intensificado pela reclamação, pode levar a diversos problemas físicos, como dores de cabeça, insônia, problemas digestivos e cardio vasculares.
  • Dificuldade nos relacionamentos: A energia negativa da reclamação afasta as pessoas, prejudicando os relacionamentos pessoais e profissionais.
  • Autoimagem negativa: A constante insatisfação com tudo e todos pode levar a uma autoimagem negativa, minando a autoestima e a confiança em si mesmo.

Quebrando o ciclo da reclamação:

A boa notícia é que podemos tomar medidas para acabar com esse hábito destrutivo e cultivar uma vida mais positiva e feliz.

  • Reconheça o hábito:

O primeiro passo é se conscientizar do hábito de reclamar. Preste atenção em como você se comunica e identifique a frequência com que você faz críticas e lamentações.

 

  • Substitua a reclamação pela gratidão:

Em vez de focar no que está difícil, pratique a gratidão pelas coisas boas em sua vida. Reconheça as pequenas bençãos e expresse gratidão por elas.

 

  • Foque em soluções:

Pare de reclamar dos problemas e use essa energia para buscar soluções construtivas. Adote uma postura proativa e analise o que pode ser feito para melhorar a situação.

 

  • Cultive o positivismo saudável:

Cerque-se de pessoas positivas e busque atividades que te tragam alegria e satisfação. Pratique atividade física, utilize movimentos terapêuticos específicos para autorregular sua energia, leia livros inspiradores, medite.

 

  • Busque ajuda profissional:

Se você sente que não consegue lidar com o hábito de reclamar sozinho, procure ajuda profissional. Um psicoterapeuta pode te ajudar a identificar as causas da sua negatividade e te auxiliar a lidar com ela de forma saudável, através do uso de ferramentas específicas.

 

Lembre-se: a escolha é SUA! Você pode continuar alimentando a reclamação e permitir que ela te domine, ou pode escolher se libertar desse hábito e construir uma vida mais feliz e positiva.

 

Comece hoje mesmo a mudança!

Se esse conteúdo te inspirou, me acompanhe no Instagram @‌flavia.tavares, onde compartilho mais dicas e reflexões sobre saúde mental e bem-estar.

Com carinho e gratidão, Flávia Tavares

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Saúde Mental: Quando Considerar a Medicação? Um Olhar sobre o Equilíbrio e o Excesso

Olá, pessoal!

Hoje quero trazer uma reflexão importante sobre saúde mental: quando é o momento certo para considerar o uso de medicamentos psicotrópicos. É uma questão delicada que envolve encontrar um equilíbrio entre a necessidade de estabilização emocional e o risco de abuso ou dependência desses medicamentos.

É fundamental entender que, em certas situações, é fundamental o diagnóstico de um psiquiatra para avaliar os sintomas e prescrever a medicação adequada. A medicação pode ser uma ferramenta valiosa e necessária para ajudar a estabilizar os sintomas graves de transtornos mentais, como depressão, pânico, crises de ansiedade, transtorno bipolar, entre outros. Nessas circunstâncias, a medicação pode proporcionar alívio dos sintomas, permitindo que a pessoa recupere sua funcionalidade e qualidade de vida.

No entanto, é importante não cair na armadilha do uso excessivo ou indiscriminado de medicamentos, tudo deve ser feito com o acompanhamento do psiquiatra. É importante que a pessoa busque um acompanhamento de psicoterapia para compreender os verdadeiros problemas subjacentes e as causas reais do desequilíbrio emocional. Aprender a lidar com as questões emocionais de forma saudável, permite que a pessoa ganhe autonomia e não se torne dependente dos medicamentos para lidar com seus problemas. A dependência medicamentosa pode levar a complicações sérias no longo prazo.

Por isso, é essecial buscar um equilíbrio entre o uso adequado da medicação e a busca por outras formas de tratamento, como terapia, exercícios físicos, meditação, alimentação saudável e outras práticas que promovam o bem-estar emocional.

Se você está enfrentando desafios emocionais e está considerando o uso de medicamentos, converse com um profissional de saúde mental qualificado. Um psiquiatra ou médico especializado poderá avaliar sua situação individual e orientá-lo sobre as opções de tratamento mais adequadas para você.

Lembre-se sempre: o objetivo é encontrar um caminho de equilíbrio e bem-estar que respeite suas necessidades individuais e promova sua saúde mental a longo prazo.

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Com cuidado e discernimento,
Flávia Tavares

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Quando Procurar um Terapeuta: Um Passo em Direção ao Bem-Estar

Olá, pessoal! Hoje quero compartilhar um tema importante que muitas vezes é deixado em segundo plano: quando devemos procurar um terapeuta? Por vezes, nos acostumamos com certos desconfortos, pensamentos nocivos e sentimentos indesejáveis, como que fazendo parte da vida. Mas a verdade é que, normalizar o que nos incomoda, pode ser devastador, a longo prazo .

Ao longo dos anos, aprendi que viver bem não significa apenas estar livre de doenças físicas ou de ‘problemas’, mas dar atenção e cuidar da nossa saúde mental e emocional, é fundamental para usufruir da vida com qualidade. Como mulheres maduras, enfrentamos uma série de desafios únicos, como lidar com as mudanças hormonais, questões familiares e profissionais, sobrecarga de funções, responsabilidades excessivas, questões ligadas ao envelhecimento, entre outros.

É importante reconhecer que sentir-se constantemente sobrecarregada, ansiosa, deprimida, irritada ou desmotivada não é normal. Se você está enfrentando esses sentimentos com frequência e eles estão interferindo na sua qualidade de vida, é hora de considerar a ajuda de um terapeuta.

A terapia pode oferecer um espaço seguro e acolhedor para explorar seus pensamentos, sentimentos e inquietações mais profundos. Uma terapeuta qualificada pode ajudá-la a desenvolver habilidades para o enfrentamento saudável dessas questões, a identificar padrões de pensamento tóxicos, muitas vezes infundados, e a encontrar maneiras construtivas de lidar com os desafios da vida.

Não espere até que a situação se agrave para buscar ajuda. Lembre-se de que cuidar da sua saúde mental é tão importante quanto cuidar da sua saúde física. Você merece viver uma vida plena e feliz, e uma terapeuta pode ser uma aliada valiosa nessa jornada de autoconhecimento e transformação.

Se você se identificou com o que foi dito aqui, saiba que não está sozinha. Não hesite em dar o primeiro passo em direção ao seu bem-estar emocional. Com apoio e orientação adequados, você pode superar seus desafios e viver uma vida mais equilibrada e gratificante. Estou aqui para apoiá-la nessa jornada.

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Com amor e cuidado, Flávia Tavares.

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Desvendando as Crises de Pânico: Entenda, Previna e Identifique Sinais de Alerta

As crises de pânico estão relacionadas à desequilíbrios na saúde mental e afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Esses episódios repentinos e intensos de medo excessivo são acompanhados por uma série de sintomas físicos e emocionais, que podem ser assustadores e debilitantes. Vamos explorar mais sobre esse tema delicado, incluindo o que é, como prevenir e quais são os sinais de alerta a serem observados.

 

O Que São Crises de Pânico?

As crises de pânico são episódios repentinos de medo intenso que desencadeiam uma resposta de luta ou fuga em nosso organismo, mesmo quando não há uma ameaça real presente. O medo é uma resposta natural do corpo quando ele se sente ameaçado, nas crises de pânico esse medo é elevado a uma potência máxima e as sensações ficam concentradas nas partes superiores do corpo, como: na cabeça, em forma de pensamentos obsessivos e negativos, no peito que fica apertado, no diafragma que bloqueia e dificulta a respiração.

Por isso, durante uma crise, a pessoa pode experimentar uma série de sintomas físicos e emocionais, tais como palpitações, falta de ar, sudorese, tremores, tonturas, sensação de sufocamento, medo de perder o controle ou morrer, entre outros.

Porém, como qualquer outra emoção, o medo – que se tornou pânico – é um sinal de alerta que o corpo nos envia com o intuito de nos fazer refletir sobre o que nos aflige, para prestar atenção sobre alguma coisa, para contornar possíveis obstáculos ou nos fazer mudar a rota do caminho que estamos seguindo, ou seja, encontrar a melhor saída. Quando evitamos o coMtato com o medo, ele nos paralisa e nos adoece.

 

Prevenção das Crises de Pânico

Embora as crises de pânico possam ser debilitantes, existem medidas que podem ser tomadas para preveni-las ou reduzir sua frequência e intensidade. Mas, para isso você vai precisar aprender a escutar e desbloquear áreas do seu corpo que o medo trava, entrar em coMtato com o próprio medo e dar espaço para que ele possa fluir livremente. E assim, você vai acessar a sua coragem, colocando o medo ‘pra correr’.

Algumas estratégias eficazes incluem:

1. Gerenciamento do Estresse: O estresse crônico pode desencadear crises de pânico. Praticar técnicas de relaxamento, como meditação, mobilizações específicas nas áreas do corpo onde o medo se concentra, exercícios de respiração profunda e atividades físicas regulares, podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade.

2. Estabelecer uma Rotina de Sono Adequada: um sono de má qualidade ou em quantidade insuficiente pode aumentar a susceptibilidade a crises de pânico. É importante estabelecer uma rotina de sono regular e garantir que esteja dormindo o suficiente, todas as noites, promovendo a restauração necessária do seu organismo como um todo.

3. Evitar Substâncias Desencadeadoras: Certas substâncias, como cafeína, álcool e drogas ilícitas, podem desencadear crises de pânico em algumas pessoas. Evitar o consumo dessas substâncias ou limitá-lo pode ajudar a prevenir episódios de pânico.

4. Buscar Ajuda Profissional: Se você está experimentando crises de pânico com frequência ou intensas, é importante buscar ajuda profissional. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a identificar as causas subjacentes e desenvolver um plano de tratamento adequado e multidisciplinar, que pode incluir terapia corporal, medicação e outras intervenções.

 

Sinais de Alerta

Identificar os sinais de alerta precoce pode ajudar a prevenir crises de pânico ou a intervir antes que elas se tornem mais intensas. Alguns sinais comuns incluem:

– Aumento da frequência cardíaca e respiratória

– Sensação de aperto no peito

– Tonturas ou vertigens

– Sensação de despersonalização ou irrealidade

– Medo intenso ou preocupação excessiva

– Sudorese ou tremores

– Sensação de falta de ar ou sufocamento

 

Celebridades que Sofreram de Crises de Pânico

Muitas pessoas famosas já compartilharam publicamente suas lutas com crises de pânico, ajudando a reduzir o estigma em torno desse desequilíbrio em relação à saúde mental. Alguns exemplos incluem:

– Ariana Grande: A cantora pop Ariana Grande já falou abertamente sobre suas experiências com ansiedade e ataques de pânico.

– Oprah Winfrey: A renomada apresentadora de TV e empresária Oprah Winfrey revelou que teve sua primeira crise de pânico aos 20 anos.

– John Mayer: O cantor e compositor John Mayer também compartilhou suas batalhas com a ansiedade e as crises de pânico em várias entrevistas.

 

Essas celebridades, entre muitas outras, destacam a importância de reconhecer e buscar ajuda para as questões de saúde mental, independentemente do seu status ou fama. E eu vou te contar uma coisa: eu mesma já passei por isso. Aos 38 anos eu trabalhava em uma empresa multinacional na área de Tecnologia da Informação e num determinado momento comecei a sentir, com muita frequência e em horas distintas do dia, palpitações, sensação de falta de ar e sufocamento, medos sem nenhuma ameaça aparentemente real e fui colocando tudo na ‘conta da pressão’ que aquele momento profissional me exigia, sem dar a devida atenção.

Até que num belo dia, fui parar na emergência de um hospital com uma crise muito intensa de ansiedade e medo – diagnóstico de síndrome do pânico e descarga emocional por conta de muito estresse. Fui encaminhada para um psiquiatra e foi necessário o uso de medicações específicas, para que meu organismo retomasse o seu equilíbrio. Em paralelo comecei um processo de terapia com foco no corpo, pois precisei entender o que meu corpo estava querendo me dizer com esse sintoma tão desafiador. E foi, no processo terapêutico que entendi que o meu trabalho estava me adoecendo e não fazia mais sentido para mim. E assim, realizei um processo de transição de carreira, fiz inúmeras formações e atuo como terapeuta corporal há mais de 15 anos, criei o Método coMtato baseado nas minhas formações e na minha experiência pessoal.

As crises de pânico podem ser uma experiência assustadora e debilitante, mas é importante lembrar que você não está sozinho. Com o apoio adequado, incluindo o tratamento profissional e a implementação de estratégias de autocuidado, é possível aprender a lidar com esses episódios e retomar o controle sobre sua vida. Se você ou alguém que você conhece está lutando contra crises de pânico, não hesite em buscar ajuda. A jornada para a recuperação pode começar hoje.

Se esse conteúdo te gerou algum tipo de interesse te convido a me seguir no Instagram, para entender um pouco mais sobre meu trabalho com uma linha terapêutica que foca o olhar sobre o corpo. Me segue lá no @flavia.tavares.

Com compreensão e apoio, Flávia Tavares.